A discussão a respeito do uso de fiscalização eletrônica como redutor de infrações no trânsito é alvo de inúmeras discussões. Ou seja, por que, para alguns, esse é um equipamento usado como arrecadação de dinheiro. No entanto, para outros é um método eficiente no combate às infrações.

Entenda melhor sobre a fiscalização eletrônica:

Segundo a Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU), no Recife, no primeiro trimestre de 2015, onde foi instalada fiscalização eletrônica houve uma redução de até 87% nas infrações de trânsito. Outro exemplo está em Tatuí, São Paulo que, com a instalação de quatro radares de limites de velocidade em outubro de 2014, reduziu em 36,5% os registros de acidente de trânsito em cinco meses neste ano. Da mesma forma, em relação ao mesmo período do ano passado. Ou seja, de acordo com o Centro de Estatística e Prevenção de Acidentes de Trânsito de Tatuí (Cepat).

Entretanto, em Manaus, mesmo fiscalização eletrônica, o número de acidentes fatais no trânsito caiu 31,58% em maio. Em outras palavras, por que o contrato com a empresa Consladel, antiga operadora do sistema, expirou em março. Portanto, segundo o Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans). A discussão está no fato de que a solução para o trânsito e para a redução das fatalidades está na educação para o trânsito e não nas punições, no entanto, sem multa, sem radar, sem cobranças, os motoristas respeitariam as leis de trânsito?

 

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